perspectiva cultural

Os advogados de danos corporais e os restantes funcionários da Carranza não só ajudam a ultrapassar a barreira linguística, também podemos ajudar com todas as questões culturais que possam surgir, incluindo:

  • Medicina tradicional versus moderna, e conflitos sobre medicação
  • Informar as pessoas mais próximas sobre questões médicas e facilitar discussões entre as equipas de reabilitação e os decisores da família
  • Explicar a linguagem corporal e o modo como a sua interpretação pode afectar os cuidados
  • O impacto da religião nos cuidados, no tratamento e na recuperação
  • Estigmas culturais em torno da vergonha, depressão e isolamento
  • A importância da nutrição, dieta e consumo de medicamentos naturais
  • O modo como as lesões cerebrais afectam as crenças familiares, o estatuto social e as possibilidades futuras
  • Fazer a ligação entre as crenças familiares e o sistema de saúde canadiano

exemplos reais de questões culturais num caso

Na Carranza, compreendemos como pode ser difícil quando o inglês não é a sua primeira língua. As diferenças culturais podem afectar, muitas vezes, o seu caso. Ter a representação adequada pode fazer a diferença.

perspectivas de autoridade

Um dos nossos clientes cresceu num país onde os polícias eram corruptos e violentos. Ele aprendeu cedo na vida a temer e obedecer à polícia sem questionar.

No Canadá, viu-se envolvido num acidente automóvel. Foi multado no local por ter feito uma manobra irregular embora o outro veículo tivesse passado um semáforo vermelho. O polícia disse-lhe para pagar a multa, e o cliente obedeceu, apesar de não acreditar que o acidente tivesse sido culpa sua.

No processo cível resultante, o advogado da seguradora alegou que o pagamento da multa por parte do nosso cliente significava que ele admitia a responsabilidade por ter feito uma manobra irregular e causado o acidente. Como nós sabíamos da experiência anterior do nosso cliente com a polícia no seu país de origem, pudemos demonstrar a sua deferência com a polícia e conseguimos fixar a indemnização tendo determinado que o outro condutor era 100% culposo.